Bienal de Veneza: identidade caribenha

Visão geral do Pavilhão de Antígua e Barbuda.
Com Find Yourself: Carnival and Resistance (Encontre-se: carnaval e resistência), o pavilhão de Antígua e Barbuda na 58ª Bienal de Veneza presta uma homenagem ao Carnaval como evento liberador para os afro-caribenhos, bem como lugar de crítica às elites do mundo todo. Curadoria: Barbara Paca com Nina Khrushcheva. Artistas: Timothy Payne, Sir Gerald Price, Joseph Seton e Frank Walter, Intangible Cultural, Heritage Artisans e Mas Troup.
Epic Memory (Memória épica), o pavilhão de Granada em Veneza, reúne fragmentos de histórias individuais e coletivas depositadas no passado. Os artistas deixam memórias antigas e sensações esquecidas emergirem, a fim de definir sua própria identidade num contexto caribenho igualmente fragmentado. Curadoria: Daniele Radini Tedeschi. Expositores: Amy Cannestra, Billy Gerard Frank, Dave Lewis, Shervone Neckles, Franco Rota Candiani, Roberto Miniati, CRS avant-garde.
A 58ª Bienal de Veneza está concentrada em artistas que desafiam hábitos existentes e expandem nossas leituras de objetos e imagens. Sob a curadoria de Ralf Rugoff, a Bienal apresenta 79 nomes na exposição internacional e 89 pavilhões nacionais. Aqui estão nossas primeiras impressões dos pavilhões de Antígua e Barbuda e de Grenada. Ambos podem ser visitados até o dia 24 de novembro de 2019.

Overview of the Antigua and Barbuda pavilion.

Overview of the Antigua and Barbuda pavilion.

Frank Walter (around), Timothy Payne (center), Antigua and Barbuda pavilion.

Shervone Neckles, Grenada's Venice pavilion.

Dave Lewis, Grenada's Venice pavilion.

Dave Lewis, Grenada's Venice pavilion.

Dave Lewis (left), Billy Gerard Frank (right), Grenada's Venice pavilion.
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